As interdisciplinas do Eixo IV, V e VI contribuíram para a construção do meu Trabalho de Conclusão de Curso.
No Eixo IV, a interdisciplina denominada Representação do mundo pela Matemática contribuiu com os conteúdos abordados na atividade CS2, que tratava sobre Classificação e Seriação. Os estudos me incitaram a classificar e seriar os textos a serem pesquisados e que serviriam para o desenvolvimento da escrita do trabalho.
A interdisciplina, Representação do mundo pelas Ciências Naturais no Módulo 1 que tratava sobre “Concepção de Natureza: relação ser humano e ambiente contribuíu quanto ao ato de refletir e analizar as questões que instigaram o foco do TCC, o qual é a inclusão do deficiente mental na escola regular.
A interdisciplina, Representação do mundo pelos Estudos Sociais na atividade 1, que tratava Memórias e Educação me incitaram ao modo de como podem ser relacionados os conhecimentos prévios, as experiências de vida. O que é importante considerar para a abordagem do conteúdo em questão.
No Enfoque III me levou a compreender a importância do conhecimento sobre as histórias de vida dos educandos para melhor desenvolver o processo de escrita do tema escolhido como foco no TCC.
No Enfoque Temático V, que fez referências as propostas pedagógicas e projetos de aprendizagem me proporcionou o saber quanto a articulação de argumentações teóricas e com as abordagens referidas no trabalho, assim como também, a tecer as considerações finais do TCC.
No eixo V, os temas tratados na interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade: uma abordagem sociocultural e antropológica fizeram com que eu refletisse em relação aos pensamentos de Paulo Freire para realizar a escrita e o desenvolvimento do tema abordado.
Entretanto, de todas as interdisciplinas citadas a que mais estimulou e me incitou quanto a abordagem do trabalho foi a que fez referências a Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, desenvolvida no Eixo VI e que tratou sobre o histórico de Educação Especial e Inclusão, as políticas públicas, o estudo de caso em especial sobre a deficiência mental.
sábado, 27 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Pensando as aprendizagens
Ao refletir quanto às aprendizagens por mim vivenciadas durante o Eixo I, quero ressaltar que a interdisciplina ECS – Escola Cultura e Sociedade, no texto: “A educação como processo socializador: função homogeneizadora e função diferenciada”, de Durkheim, Émile; contribuui para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso. O texto referido me instigou a tecer reflexões quanto à educação como processo de socialização e como se formaram e se desenvolveram os sistemas de educação. E aguçou o meu senso de observação em relação ao desenvolvimento dos alunos, principalmente daquele que apresenta necessidades educativas especiais. A interdisciplina de Educação e Tecnologias da Comunicação e informação contribuiu com as informações referentes à aplicabilidade das diversas ferramentas tecnológicas na educação para a elaboração e construção deste trabalho. Também, a interdisciplina Escola, Projeto Pedagógico e Currículo me auxiliou na trajetória de novos conhecimentos para transpor os desafios ocasionados pela inovação na educação, ou seja, a “Inclusão” de alunos em condição de necessidades educativas especiais na escola regular, que no trabalho foi referendada, especificamente a inclusão do deficiente mental em uma classe de alfabetização.
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Seminário Integrador IX
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Refletindo sobre o TCC
Ao iniciar a escrita do Trabalho de Conclusão de Curso me reportei ao Eixo IV. Em primeira instância, a atividade referente à construção de um Plano Individual de Estudos sugerida pelo Seminário Integrador que objetivava a descrição do que pretendía-se “atingir/aprender/melhorar”, e não ao o que faríamos. Objetivos estes, que propusessem ações para que fossem alcançados e identificasse os recursos e estratégias pretendidas a fim de alcançá-los. Também, previsões de prazos estipulados para que o objetivo acontecesse. Não deixando de dar ênfase as evidências para a realização destes. Entretanto, reflexões haviam de ser realizadas quanto às propostas de trabalho, se os objetivos eram claros e realísticos, se descreviam o que estava sendo proposto para aprendê-lo e se haviam outros objetivos a considerar. Também, quanto às estratégias e os recursos se estes eram razoáveis, apropriados e eficientes e se era possível pensar em outros recursos e estratégias. Se as evidências apresentadas, seus critérios e os meios para validá-las eram relevantes e convincentes e se outras evidências poderiam ser sugeridas. E se existiam outras maneiras de validá-las.
E assim, baseada em tal estudo, firmei objetivos para a elaboração do trabalho. Os mesmos reportam a minha preocupação com a grande demanda na escola regular de crianças deficientes mentais e que apresentam desvantagens sociais, incapacidades, limitações e consequentemente necessidades especiais de atendimento para desenvolver suas potencialidades. Apresenta ações propostas a pensar e tentar contribuir com as crianças para desenvolver a construção de novos conhecimentos e superar seus limites intelectuais a fim de entender a inclusão, especificamente, do aluno que apresenta deficiência mental. Destarte, tentando compreender as deficiências apresentadas por alguns alunos pensei em responder durante o desenvolvimento da escrita do trabalho as questões as quais procuro respostas.
E assim, baseada em tal estudo, firmei objetivos para a elaboração do trabalho. Os mesmos reportam a minha preocupação com a grande demanda na escola regular de crianças deficientes mentais e que apresentam desvantagens sociais, incapacidades, limitações e consequentemente necessidades especiais de atendimento para desenvolver suas potencialidades. Apresenta ações propostas a pensar e tentar contribuir com as crianças para desenvolver a construção de novos conhecimentos e superar seus limites intelectuais a fim de entender a inclusão, especificamente, do aluno que apresenta deficiência mental. Destarte, tentando compreender as deficiências apresentadas por alguns alunos pensei em responder durante o desenvolvimento da escrita do trabalho as questões as quais procuro respostas.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Aprendizagens
Postagem referente a semana 4 do mês de outubro. Quanto as eixos IV, V e VI que fazem parte do transcorrer deste curso os que mais aguçaram a minha atenção foram os eixos IV e VI.
No Eixo IV, as leituras propostas me incitaram a aguçar a observação em relação ao desenvolvimento do conhecimento de meus alunos. Percebi e entendi a citação “a linguagem de interpretação e representação do mundo em Matemática, Estudos Sociais, Tecnologias da Informação e Comunicação, Ciências Naturais e Seminário Integrador” que tanto foi ressaltada, pois todas as interdisciplinas apresentaram de modos diferentes as noções de espaço e tempo. Ressaltaram que o dominar das noções de espaço temporal está interligado ao envolvimento dos alunos nas propostas em que os conhecimentos específicos são reconstruídos e mobilizados, e confrontados com a heterogeneidade e diversidade.
Entendi que quando a criança encontra-se no espaço intuitivo ela consegue representar uma seqüência, porém não representa o inverso. Que na fase do espaço operatório são consideradas as ações coordenadas, onde a criança consegue representar o inverso “a ida e a volta”. Que na fase do espaço perceptivo ou da ação a criança consegue identificar o próximo, em cima, embaixo, dentro e fora. E que no espaço intuitivo a criança interioriza as ações e que esta fase ocorre mais ou menos aos 2 anos de idade. E que no que trata a localização espacial são observadas algumas relações como as relações de vizinhança, de ordem espacial, de dentro-fora, e de contínuo. E que a criança quando segue pistas como: entre, perto, dentro, ao lado opera as relações topológicas.
Importante para a minha formação foi quanto ao senso de observação, pois este ficou mais aguçado. Passei a observar pormenores, verificando e identificando fases que não foram vencidas em relação às etapas no espaço-temporal.
E quanto ao eixo VI, a interdisciplina que incitou o meu saber foi a que tratou sobre as necessidades educativas especiais, a qual nos instigou a realizar um estudo de caso e por ventura esclarecer metodologias que podessemos adotar para um bom desenvolvimento das atividades e trabalhos específicos a serem realizados com os alunos que apresentassem tais condições.
No Eixo IV, as leituras propostas me incitaram a aguçar a observação em relação ao desenvolvimento do conhecimento de meus alunos. Percebi e entendi a citação “a linguagem de interpretação e representação do mundo em Matemática, Estudos Sociais, Tecnologias da Informação e Comunicação, Ciências Naturais e Seminário Integrador” que tanto foi ressaltada, pois todas as interdisciplinas apresentaram de modos diferentes as noções de espaço e tempo. Ressaltaram que o dominar das noções de espaço temporal está interligado ao envolvimento dos alunos nas propostas em que os conhecimentos específicos são reconstruídos e mobilizados, e confrontados com a heterogeneidade e diversidade.
Entendi que quando a criança encontra-se no espaço intuitivo ela consegue representar uma seqüência, porém não representa o inverso. Que na fase do espaço operatório são consideradas as ações coordenadas, onde a criança consegue representar o inverso “a ida e a volta”. Que na fase do espaço perceptivo ou da ação a criança consegue identificar o próximo, em cima, embaixo, dentro e fora. E que no espaço intuitivo a criança interioriza as ações e que esta fase ocorre mais ou menos aos 2 anos de idade. E que no que trata a localização espacial são observadas algumas relações como as relações de vizinhança, de ordem espacial, de dentro-fora, e de contínuo. E que a criança quando segue pistas como: entre, perto, dentro, ao lado opera as relações topológicas.
Importante para a minha formação foi quanto ao senso de observação, pois este ficou mais aguçado. Passei a observar pormenores, verificando e identificando fases que não foram vencidas em relação às etapas no espaço-temporal.
E quanto ao eixo VI, a interdisciplina que incitou o meu saber foi a que tratou sobre as necessidades educativas especiais, a qual nos instigou a realizar um estudo de caso e por ventura esclarecer metodologias que podessemos adotar para um bom desenvolvimento das atividades e trabalhos específicos a serem realizados com os alunos que apresentassem tais condições.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Nortes para o TCC
Farei aqui a recuperação de ações que deveriam ter sido registradas até esta data. O início das postagens estava previsto para o dia dezoito de agosto, quando deveriam ser expostas as intenções do Trabalho de Conclusão de Curso, o referencial teórico, as expectativas e como surgiu a idéia sobre o tema a ser desenvolvido. Eu não havia entendido que as postagens deveriam ser realizadas em meu portfólio e consequentemente não o fiz na data solicitada. Entretanto, registrei as intenções e registrei o referencial teórico em meu wiki. As minhas intenções registradas no TCC irão referir-se aos conteúdos que abordam a problemática sobre o assunto a inclusão na escola regular a fim de esclarecer e propiciar o entendimento de tal assunto. Para esclarecer as questões que me instigam a tecer o Trabalho de Conclusão de Curso, busco o referencial teórico de Thums, por expressar com muita sabedoria o que pensa ser o que é Viver. Piaget, por ressaltar que o desenvolvimento mental é uma passagem progressiva. Maturana, por dizer que a educação é um processo de convívio mútuo. Freire, pois acredito em suas palavras que ressaltam que temos noção de nossos limites e entendemos a importância da vida por intermédio das orientações que nos são passadas. Chalita, por ressaltar o que dizia o filósofo inglês Herbert Spencer (1820-1903), que “a finalidade da educação é formar seres aptos para governar a si mesmos e não para ser governados pelos outros.” Durkheim, por dizer que o ser humano deve ser explorado em todo o seu potencial. Cury, por pensar que educar é acreditar no outro. Domann, por esclarecer como se processa o desenvolvimento mental. Fierro e outros autores de Programa de Educação Inclusiva (MEC), de Acervos Complementares às áreas do conhecimento e Saberes e Práticas da Inclusão (MEC), por esclarecerem os processos de aprendizagem do ser humano. E assim, para sanar minhas dúvidas busco como referencial teórico alguns autores comprometidos com a educação.
Preocupada com a grande demanda de alunos provenientes de outras escolas ou até mesmo de lares e que chegam à escola onde desempenho minhas funções profissionais, refleti e me propus a pensar e tentar contribuir com os alunos para o desenvolvimento da construção de novos conhecimentos e para que superem seus limites intelectuais. Objetivarei realizar estudos em relação às crianças que apresentem desvantagens sociais, incapacidades, limitações e consequentemente necessidades especiais de atendimento para desenvolver suas potencialidades. Assim, realizarei estudos e registros voltados a ações referentes à inclusão social de crianças que apresentem manifestações de desequilíbrio em sua conduta e ou que apresentem Transtorno Global de Desenvolvimento.
Para desenvolver a escrita do trabalho e organizar as ideais li alguns livros e textos como: O que fazer pela criança de cérebro lesado ou Retardo mental, de DOMANN, Glein. Educação e sociologia, de DURKHEIN, Émile. Atendimento educacional especializado - Deficiência mental, de GOMES, Adriana L.Limaverde... [et al]. A hora e a vez em uma sociedade inclusiva, de PAULA, Ana Rita de, COSTA, Carmen Martini. Conto, Verso e prosa. O sexto sentido, de ALVES, Rubem. Dez anos sem Darcy Ribeiro, de ALVES, Rubem. "A hora e a vez da família em uma sociedade inclusiva" e Saberes e práticas da inclusão – Avaliação para a prática das necessidades educacionais especiais publicados pelo Ministério da Educação - Secretaria de Educação Especial. Pais brilhantes, professores fascinantes, de CURY, Augusto Jorge. “Desenvolvimento psicológico e educação.” Capítulo dez, p.195 de FIERRO, Alfredo. “O desenvolvimento mental das crianças”, p.11 de PIAGET, Jean. Emoções e linguagem na educação e na política, de MATURANA, Humberto. A solução está no afeto de CHALITA, Gabriel. E “O mentor da educação para a consciência, a educação é a conscientização do educando” de FREIRE, Paulo.
Preocupada com a grande demanda de alunos provenientes de outras escolas ou até mesmo de lares e que chegam à escola onde desempenho minhas funções profissionais, refleti e me propus a pensar e tentar contribuir com os alunos para o desenvolvimento da construção de novos conhecimentos e para que superem seus limites intelectuais. Objetivarei realizar estudos em relação às crianças que apresentem desvantagens sociais, incapacidades, limitações e consequentemente necessidades especiais de atendimento para desenvolver suas potencialidades. Assim, realizarei estudos e registros voltados a ações referentes à inclusão social de crianças que apresentem manifestações de desequilíbrio em sua conduta e ou que apresentem Transtorno Global de Desenvolvimento.
Para desenvolver a escrita do trabalho e organizar as ideais li alguns livros e textos como: O que fazer pela criança de cérebro lesado ou Retardo mental, de DOMANN, Glein. Educação e sociologia, de DURKHEIN, Émile. Atendimento educacional especializado - Deficiência mental, de GOMES, Adriana L.Limaverde... [et al]. A hora e a vez em uma sociedade inclusiva, de PAULA, Ana Rita de, COSTA, Carmen Martini. Conto, Verso e prosa. O sexto sentido, de ALVES, Rubem. Dez anos sem Darcy Ribeiro, de ALVES, Rubem. "A hora e a vez da família em uma sociedade inclusiva" e Saberes e práticas da inclusão – Avaliação para a prática das necessidades educacionais especiais publicados pelo Ministério da Educação - Secretaria de Educação Especial. Pais brilhantes, professores fascinantes, de CURY, Augusto Jorge. “Desenvolvimento psicológico e educação.” Capítulo dez, p.195 de FIERRO, Alfredo. “O desenvolvimento mental das crianças”, p.11 de PIAGET, Jean. Emoções e linguagem na educação e na política, de MATURANA, Humberto. A solução está no afeto de CHALITA, Gabriel. E “O mentor da educação para a consciência, a educação é a conscientização do educando” de FREIRE, Paulo.
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Como já citei o tema que será abordado em meu Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, tratará sobre a Inclusão na escola regular e para tal será intitulado como: "Entendendo a Inclusão". Pretendo desenvolver assuntos que me levem a entender como pode ocorrer a Inclusão. Foi sugerido que a problemática a ser ressaltada deve envolver a seguinte questão: "Como pensar a inclusão em uma turma de alfabetização de uma escola regular?" Entretanto, pretendo abordar assuntos que me esclareçam quais são e o que são as necessidades especiais e o que isto envolve. Quais atividades devem ser trabalhadas para desenvolver as potencialidades daqueles que apresentem condições de dificuldade ou limitações em diferentes áreas do conhecimento.
Acredito que pensar é fácil. Difícil é colocar em prática ações pedagógicas que contemplem os objetivos almejados. Como citei no trabalho, os professores envolvidos no processo devem usar de suas astúcias sendo irreverentes e ousados, motivando os alunos e seus familiares. Também devem equacionar a interação entre todos promovendo a pluralidade.
Acredito que pensar é fácil. Difícil é colocar em prática ações pedagógicas que contemplem os objetivos almejados. Como citei no trabalho, os professores envolvidos no processo devem usar de suas astúcias sendo irreverentes e ousados, motivando os alunos e seus familiares. Também devem equacionar a interação entre todos promovendo a pluralidade.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Aprendizagens
As interdisciplinas desenvolvidas nos eixos um, dois e três no transcorrer do curso aclararam os meus conceitos e contribuíram para que eu entendesse melhor as contribuições no desenvolvimento de determinadas atividades.
As atividades incitaram-me a revitalizar alguns conceitos em relação a metodologias dinâmicas e criativas, a busca de subsídios, liames, socialização, marcas indeléveis que caracterizam a criança e a eqüidade de direitos. Também incitaram-me a tecer reflexões sobre o meu trabalho docente e daqueles que me rodeiam, sobre a hegemonia da classe trabalhadora e sobre as desigualdades educativas garantindo a amplitude de uma gama de saberes essenciais para uma equânime qualidade de vida, perquirindo alternativas nas mais auspiciosas inovações. Algumas vezes, tive a impressão de que não interessa o que penso ou o que entendi, mas sim o que os autores pretenderam expressar e que isto deve ser aceito e seguido por mim, pois eles é que são os corretos.
Percebi que o texto que trata sobre as idéias de Durkheim quanto à educação e a sociedade, trabahados no eixo I, na disciplina Escola, cultura e sociedade – abordagem sociocultural e antropológica podem nos auxiliar a compreender a sociedade e a educação, pois nos fazem refletir quanto as influências que sofremos e as ações que as gerações exercem sobre o indivíduo em desenvolvimento.
As atividades incitaram-me a revitalizar alguns conceitos em relação a metodologias dinâmicas e criativas, a busca de subsídios, liames, socialização, marcas indeléveis que caracterizam a criança e a eqüidade de direitos. Também incitaram-me a tecer reflexões sobre o meu trabalho docente e daqueles que me rodeiam, sobre a hegemonia da classe trabalhadora e sobre as desigualdades educativas garantindo a amplitude de uma gama de saberes essenciais para uma equânime qualidade de vida, perquirindo alternativas nas mais auspiciosas inovações. Algumas vezes, tive a impressão de que não interessa o que penso ou o que entendi, mas sim o que os autores pretenderam expressar e que isto deve ser aceito e seguido por mim, pois eles é que são os corretos.
Percebi que o texto que trata sobre as idéias de Durkheim quanto à educação e a sociedade, trabahados no eixo I, na disciplina Escola, cultura e sociedade – abordagem sociocultural e antropológica podem nos auxiliar a compreender a sociedade e a educação, pois nos fazem refletir quanto as influências que sofremos e as ações que as gerações exercem sobre o indivíduo em desenvolvimento.
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