O aprendizado requer a fixação diária de estímulos externos visuais, auditivos, táteis e de estímulos internos, ou seja, pensamentos e reações emocionais.
As anotações abaixo são coletas de leituras que fiz em revistas, livros gerais que tratam sobre os sentidos e em especial do livro de Glenn Domann, "O que fazer pela criança de cérebro lesado".
Nossos sentidos são as portas de comunicação com o mundo no resgate de prazeres.
A visão nos permite perceber o que está ao nosso redor.
Os estímulos visuais minimizam as toxinas criadas em nosso corpo.
É através dos olhos que regulamos o ciclo circadiano, o relógio biológico. Aclaridade ou a escuridão indicam o tempo de despertar ou relaxar.
Também é através dos olhos que a mente é estimulada ou energizada, pois a "cor" é a vibração da luz absorvida pela visão. Ao colorir devemos observar os tons usados, pois os tons errados desequilibram a atividade mental. Enquanto que os tons usados de modo correto harmonizam e aumentam a criatividade.
Os tons "dégradés" e os tons pastéis acalmam.
O lilás e o azul eliminam a irritabilidade e a impaciência.
O vermelho, o laranja, o amarelo e o ouro tiram o ser humano da letargia, isto é, tiram o ser da apatia, do desinteresse.
A polução visual é uma fonte de estresse.
Para aprender a ver o ser humano passa por quatro estágios.
O primeiro estágio ocorre nos dias posteriores ao nascimento. A criança reage reflexamente à luz e à escuridão, o que é chamado de reflexo fotomotor. Quando a luz incide sobre o olho, a pupila, se contrai. Quando a luz é desviada, a pupila se dilata.
O segundo estágio começa quando o bebê adquire a percepção de contorno e distingue os degraus de intensdidade luminosa.
O terceiro estágio começa quando o bebê observa pormenores e avalia as diferenças de um objeto.
O quarto estágio inicia mais ou menos na idade de um ano e só se completa até cerca dos oito anos.
Nesse período ocorrem muitas coisas, uma delas é a percepção de profundidade atribuindo idéia ou imagem as formas.
Quanto a capacidade visual esta ocorre em sete estágios.
O primeiro estágio é o estágio neurológico em que ocorre o reflexo fotomotor, o funcional.
O segundo estágio é quando se desenvolve a percepção de contorno (visão de nevoeiro).
No terceiro estágio se desenvolve a aprteciação de pormenores dentro de uma configuração.
No quarto estágio ocorre a convergência visual, com insipiente percepção de profundidade.
No quinto estágio se desenvolve a diferenciação de símbolois visuais simples, semelhantes mas desiguais.
No sexto estágio ocorre a identificação de símbolos visuais e letras de acordo com a experiência.
No sétimo estágio se desenvolve a leitura de palavras, utilizando um olho predominanre em conformidade com a dominância hemisférica.
Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 19 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Entendendo melhor os Transtornos Globais
Entendendo melhor os Transtornos Globais
Diagnose neurológica funcional é o método que determina o nível da lesão cerebral, o qual determina indagando o que a criança não pode executar.
A maneira como os seres humanos recebem informações chamamos de recepção e expressão, porém os termos médicos adotados são Sensório e Motório. E onde se processam é designado por SENSÓRIO.
A parte posterior ou dorsal do cérebro e da medula espinhal é responsável pelo processamento de toda informação recebida. São as áreas sensoriais ou receptivas do sistema nervoso central.
A parte anterior ou ventral do cérebro e da medula espinhal é responsável por todas as respostas emitidas. São as áreas motrizes ou expressivas.
Algumas males como “Tabes dorsalis e a Poliomielite” afetam o sistema nervoso central. Tabes dorsalis é um mal que afeta a parte posterior do sistema nervoso central. E em consequencia perde-se a “sensação” apesar de se manter intacta toda a capacidade motriz da parte anterior do sistema nervoso central. Embora os músculos e os seus elemento motores estarem perfeitos, ao andar o tabético cambaleia como um ébrio e afinal deixa de andar.
Poliomielite afeta a frente da medula espinhal. É uma doença que ataca o sistema motor e não perturba a sensação ou recepção.
Portanto, para executar uma função o homem necessita ser capaz de ordenar a seus músculos que executem determinados atos. Necessita possuir informação prévia na qual se baseiam os movimentos que pretende executar.
As faculdades sensoriais ou receptivas por onde o ser humano obtém informações são:
VISÃO;
TATO;
AUDIÇÃO;
OLFATO;
PALADAR.
Há outros sentidos como o do equilíbrio e o da oposição, porém podem ser incluídos em uma das categorias acima citadas.
O sentido receptivo mais usado é a visão.
O ser humano só goza de absoluta integridade se os seus fatores receptivos estiverem intactos.
É importante que lembremos que existem vias sensoriais (receptivas) que levam informações ao cérebro, e vias motrizes (expressivas) por onde o cérebro reage.
Segundo Temple Fay todas as vias sensoriais receptivas são de mão única no sentido do cérebro e não transmitem mensagem expressiva, enquanto que as vias motrizes, expressivas são incapazes de transmitir mensagem ao cérebro.
É através do tato, da visão e da audição que o ser humano adquire a maior parte de informações operacionais.
O matemático, Norbert Wiener, Afirma que o cérebro humano opera como um circuito cibernético. E por operar normalmente depende da integridade das vias motrizes ou das sensoriais.
Ressalta que este circuito principia na ambiência, percorre as vias sensoriais até o cérebro, e as vias motrizes de volta do cérebro à ambiência. E que sem elementos de aferição sensoriais ou receptivas o cérebro humano falhará até mesmo em operações simples.
Portanto, o tratamento da criança ou ser humano com lesão cerebral, deve nortear-se localizando a brecha no circuíto e fechá-lo.
Diagnose neurológica funcional é o método que determina o nível da lesão cerebral, o qual determina indagando o que a criança não pode executar.
A maneira como os seres humanos recebem informações chamamos de recepção e expressão, porém os termos médicos adotados são Sensório e Motório. E onde se processam é designado por SENSÓRIO.
A parte posterior ou dorsal do cérebro e da medula espinhal é responsável pelo processamento de toda informação recebida. São as áreas sensoriais ou receptivas do sistema nervoso central.
A parte anterior ou ventral do cérebro e da medula espinhal é responsável por todas as respostas emitidas. São as áreas motrizes ou expressivas.
Algumas males como “Tabes dorsalis e a Poliomielite” afetam o sistema nervoso central. Tabes dorsalis é um mal que afeta a parte posterior do sistema nervoso central. E em consequencia perde-se a “sensação” apesar de se manter intacta toda a capacidade motriz da parte anterior do sistema nervoso central. Embora os músculos e os seus elemento motores estarem perfeitos, ao andar o tabético cambaleia como um ébrio e afinal deixa de andar.
Poliomielite afeta a frente da medula espinhal. É uma doença que ataca o sistema motor e não perturba a sensação ou recepção.
Portanto, para executar uma função o homem necessita ser capaz de ordenar a seus músculos que executem determinados atos. Necessita possuir informação prévia na qual se baseiam os movimentos que pretende executar.
As faculdades sensoriais ou receptivas por onde o ser humano obtém informações são:
VISÃO;
TATO;
AUDIÇÃO;
OLFATO;
PALADAR.
Há outros sentidos como o do equilíbrio e o da oposição, porém podem ser incluídos em uma das categorias acima citadas.
O sentido receptivo mais usado é a visão.
O ser humano só goza de absoluta integridade se os seus fatores receptivos estiverem intactos.
É importante que lembremos que existem vias sensoriais (receptivas) que levam informações ao cérebro, e vias motrizes (expressivas) por onde o cérebro reage.
Segundo Temple Fay todas as vias sensoriais receptivas são de mão única no sentido do cérebro e não transmitem mensagem expressiva, enquanto que as vias motrizes, expressivas são incapazes de transmitir mensagem ao cérebro.
É através do tato, da visão e da audição que o ser humano adquire a maior parte de informações operacionais.
O matemático, Norbert Wiener, Afirma que o cérebro humano opera como um circuito cibernético. E por operar normalmente depende da integridade das vias motrizes ou das sensoriais.
Ressalta que este circuito principia na ambiência, percorre as vias sensoriais até o cérebro, e as vias motrizes de volta do cérebro à ambiência. E que sem elementos de aferição sensoriais ou receptivas o cérebro humano falhará até mesmo em operações simples.
Portanto, o tratamento da criança ou ser humano com lesão cerebral, deve nortear-se localizando a brecha no circuíto e fechá-lo.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Os estágios do desenvolvimento
Os estágios do desenvolvimento
Segundo os estudos de Glenn Domann, os quatro estágios do desenvolvimento podem ser equiparados as etapas escolares pelas quais passa um indivíduo, isto é, o 1º estágio denominado como “movimento sem mobilidade, o qual começa ao nascer, quando o bebê mexe os membros e o corpo mas não desloca o corpo de um lugar para outro, é como se fosse o Jardim da Infância ou a Pré-escola.
O 2º estágio denominado “rastejar”, o bebê aprende que mexendo os braços e as pernas, com o ventre colado ao chão pode mover-se de um ponto ao outro, é como se fosse o Ensino Fundamental.
O 3º estágio denominado “engatinhar”, quando a criança aprende a desafiar a gravidade erguendo-se sobre as mãos e joelhos e move-se com facilidade e habilidade, é como se fosse o Ensino Médio. E o 4º estágio denominado “andar”, quando a criança aprende a erguer-se nas pernas e anda, é como se fosse a Universidade.
Assim como os estágios do crescimento não devem ser pulados, não chegamos a Universidade sem antes concluirmos o Ensino Médio.
Glenn Doman ressalta que cada etapa é imprescindível ao subjacente. Que o rastejar e o engatinhar são estágios essenciais na programação do cérebro, pois são os estágios em que os hemisférios cerebrais aprendem a trabalhar em conjunto.
Funções do córtice humano
Glenn Domann em seu livro, “O que fazer pela criança de cérebro lesado”, diz que uma criança que aprende a andar antes de ter engatinhado apresentará alguma anormalidade como: “coordenação deficiente, incapacidade para tornar-se inteiramente destro ou canhoto, impossibilidade de desenvolver dominância hemisférica normal em relação à fala, inaptidão para ler e soletrar”. Enfim, apresentará algum problema neurológico.
Ressalta também que uma das coisas que o homem faz e nenhuma outra criatura pode fazer é a função de permanecer ereto. Outra função é a oposição, isto é, é a habilidade que tem o homem de juntar o polegar e o indicador a fim de apanhar pequenos objetos.
Glenn Domann afirma que a função mais importante e exclusiva do ser humano é a fala, a qual é a terceira função do córtice humano. Que a quarta função é a capacidade de entender a fala. E que a última função é a capacidade de ver a palavra impressa ou escrita e interpretá-la como linguagem. Diz que estas funções são do córtice, e o córtice lesado subentende a perda de uma ou de todas essas funções.
Estágios cerebrais
Glenn Domman diz que existem quatro estágios cerebrais.
O primeiro estágio é o que fica imediatamente acima da medula espinhal e se denomina bulbo raquiano. É responsável pela faculdade de mover o tronco, braços e pernas.
O segundo estágio, é a ponte de Varólio, que é responsável pelo comando do tronco e pela movimentação dos membros que permite ao corpo locomover-se rastejando com o ventre no chão.
O terceiro estágio, o mesencéfalo, ao qual cabe a responsabilidade de erguer a criança sobre as mãos e os joelhos, isto é, é responsável pelo engatinhar.
O quarto estágio é o topo do cérebro, é o responsável, entre outras coisas, pela faculdade de andar ereto.
Segundo os estudos de Glenn Domann, os quatro estágios do desenvolvimento podem ser equiparados as etapas escolares pelas quais passa um indivíduo, isto é, o 1º estágio denominado como “movimento sem mobilidade, o qual começa ao nascer, quando o bebê mexe os membros e o corpo mas não desloca o corpo de um lugar para outro, é como se fosse o Jardim da Infância ou a Pré-escola.
O 2º estágio denominado “rastejar”, o bebê aprende que mexendo os braços e as pernas, com o ventre colado ao chão pode mover-se de um ponto ao outro, é como se fosse o Ensino Fundamental.
O 3º estágio denominado “engatinhar”, quando a criança aprende a desafiar a gravidade erguendo-se sobre as mãos e joelhos e move-se com facilidade e habilidade, é como se fosse o Ensino Médio. E o 4º estágio denominado “andar”, quando a criança aprende a erguer-se nas pernas e anda, é como se fosse a Universidade.
Assim como os estágios do crescimento não devem ser pulados, não chegamos a Universidade sem antes concluirmos o Ensino Médio.
Glenn Doman ressalta que cada etapa é imprescindível ao subjacente. Que o rastejar e o engatinhar são estágios essenciais na programação do cérebro, pois são os estágios em que os hemisférios cerebrais aprendem a trabalhar em conjunto.
Funções do córtice humano
Glenn Domann em seu livro, “O que fazer pela criança de cérebro lesado”, diz que uma criança que aprende a andar antes de ter engatinhado apresentará alguma anormalidade como: “coordenação deficiente, incapacidade para tornar-se inteiramente destro ou canhoto, impossibilidade de desenvolver dominância hemisférica normal em relação à fala, inaptidão para ler e soletrar”. Enfim, apresentará algum problema neurológico.
Ressalta também que uma das coisas que o homem faz e nenhuma outra criatura pode fazer é a função de permanecer ereto. Outra função é a oposição, isto é, é a habilidade que tem o homem de juntar o polegar e o indicador a fim de apanhar pequenos objetos.
Glenn Domann afirma que a função mais importante e exclusiva do ser humano é a fala, a qual é a terceira função do córtice humano. Que a quarta função é a capacidade de entender a fala. E que a última função é a capacidade de ver a palavra impressa ou escrita e interpretá-la como linguagem. Diz que estas funções são do córtice, e o córtice lesado subentende a perda de uma ou de todas essas funções.
Estágios cerebrais
Glenn Domman diz que existem quatro estágios cerebrais.
O primeiro estágio é o que fica imediatamente acima da medula espinhal e se denomina bulbo raquiano. É responsável pela faculdade de mover o tronco, braços e pernas.
O segundo estágio, é a ponte de Varólio, que é responsável pelo comando do tronco e pela movimentação dos membros que permite ao corpo locomover-se rastejando com o ventre no chão.
O terceiro estágio, o mesencéfalo, ao qual cabe a responsabilidade de erguer a criança sobre as mãos e os joelhos, isto é, é responsável pelo engatinhar.
O quarto estágio é o topo do cérebro, é o responsável, entre outras coisas, pela faculdade de andar ereto.
Assinar:
Postagens (Atom)