Resolvi falar um pouco sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, pois recebi no dia 14 de outubro um aluno com tal transtorno.
Meu aluno segundo informações médicas nasceu com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A mãe foi acometida durante a gravidez pelo "citomegalovírus", o que causou um crescimento do lado direito do cérebro e consequentemente o TDA-H.
Já havia lido alguns artigos sobre o assunto que dizia que o TDA-H é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas. Que aparece na infância e acompanha o indivíduo por toda a sua vida.E PELO VISTO, TAMBÉM ACONTECE DEVIDO A SEQUELAS DE ALGUMAS DOENÇAS.É MULTIFATORIAL.
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade caracteriza-se por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.
Os critérios para se identificar a pessoa com déficit de atenção e hiperatividade são:
_ padrão persisitente de desatenção e ou hiperatividade.
_ os sintomas devem ter estado presentes antes dos 7 anos.
_ algum prejuízo devido aos sintomas deve estar presente em no mínimo dois contextos ( casa, escola ou trabalho ).
_ a perturbação não ocorre durante um Transtorno Invasivo do Desenvolvimento e não é melhor explicado por outro transtorno mental.
_ há evidências de interferências no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.
Os tipos de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade são: a desatenção, a hiperatividade-impulsiva.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Um susto
Na semana passada conheci de perto uma doença sorrateira. Ela chama-se Púrpura Trombocitopenica idiopatica. Já tinha alguma noção sobre ela. Sei como se manifesta. Os cuidados que devem ser seguidos, pois em 1986 perdi um aluno aos 9 anos e em 1996 tivemos na Escola uma funcionária cujo filho tem a doença. Atualmente deve estar com 22 anos.
A doença estava sorrateiramente levando embora uma das minhas pedras preciosas. A minha jóia caçula, o Thomás que está com 15 anos. Ela aflorou em meu coração um sentimento que não consigo explicar. Parece ódio, impotência, inabilidade, incompetência..., porém, ao mesmo tempo em que tenta me aniquilar eleva minhas forças para lutar e derrotá-la. É uma experiência inigualável. Sinto meu peito rasgado, mas tenho que enfrentá-la. E fazer com que meu filho lute com garra para vencê-la. Em alguns momentos o desânimo nos abate, mas a fé é maior e logo lembramos que o poder da oração independentemente de religião combate qualquer mal.
Aprendi e percebi que a vida é uma obra que está em processo de construção. É uma obra aberta que a cada dia sofre alterações e que devemos estar preparados para o que der e vier.
Em pleno final de ano letivo sou obrigada a entrar em licença saúde, abandonando minhas atividades profissionais para dar assistência a meu filho. Fico preocupada com meus alunos que pobrezinhos sem culpa alguma, têm que passar por tal experiência. Mas são ossos do ofício. Enquanto há vida temos que lutar.
A doença estava sorrateiramente levando embora uma das minhas pedras preciosas. A minha jóia caçula, o Thomás que está com 15 anos. Ela aflorou em meu coração um sentimento que não consigo explicar. Parece ódio, impotência, inabilidade, incompetência..., porém, ao mesmo tempo em que tenta me aniquilar eleva minhas forças para lutar e derrotá-la. É uma experiência inigualável. Sinto meu peito rasgado, mas tenho que enfrentá-la. E fazer com que meu filho lute com garra para vencê-la. Em alguns momentos o desânimo nos abate, mas a fé é maior e logo lembramos que o poder da oração independentemente de religião combate qualquer mal.
Aprendi e percebi que a vida é uma obra que está em processo de construção. É uma obra aberta que a cada dia sofre alterações e que devemos estar preparados para o que der e vier.
Em pleno final de ano letivo sou obrigada a entrar em licença saúde, abandonando minhas atividades profissionais para dar assistência a meu filho. Fico preocupada com meus alunos que pobrezinhos sem culpa alguma, têm que passar por tal experiência. Mas são ossos do ofício. Enquanto há vida temos que lutar.
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Seminário Integrador V
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Um pouco de tudo
Uma gestão democrática, possibilita que o indivíduo atue na produção das políticas educacionais e que fiscalize os recursos públicos recebidos do governo central, no que trata sobre a sua aplicação.
No espaço público escolar a comunidade elege entre os seus pares os representantes que constituem o Conselho Escolar.
O Conselho Escolar tem a função consultiva, fiscalizadora e deliberativa que através de assembléias garante a participação de todos os segmentos nas ações decisórias.
A construção do Projeto Político-Pedagógico, dos Planos de Estudo do Regimento Escolar, e a eleição de Diretores acontece envolvendo a participação efetiva da comunidade escolar.
O Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Escolar são as diretrizes que norteiam o cotidiano do espaço público escolar dinamizando o desenvolvimento do discente.
No espaço público escolar a comunidade elege entre os seus pares os representantes que constituem o Conselho Escolar.
O Conselho Escolar tem a função consultiva, fiscalizadora e deliberativa que através de assembléias garante a participação de todos os segmentos nas ações decisórias.
A construção do Projeto Político-Pedagógico, dos Planos de Estudo do Regimento Escolar, e a eleição de Diretores acontece envolvendo a participação efetiva da comunidade escolar.
O Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Escolar são as diretrizes que norteiam o cotidiano do espaço público escolar dinamizando o desenvolvimento do discente.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Educação um Direito Humano
Há alguns dias li uma frase que diz assim: ”Educação também é Direito Humano”.
Já havia visto frases como “Educação é direito de todos. Educação é um direito adquirido”, porém, estas não me inspiraram para tecer reflexões ou estudos quanto a Educação ou quanto aos direitos humanos. Não sei quem escreveu a frase citada, porém, ela me incitou a refletir sobre o que tratam os Direitos Humanos e ao o que é Educação. Então, procurei fazer leituras para me apropriar de saberes quanto ao assunto em questão.
Realizei leituras e assisti vídeos referentes a construção das instâncias da gestão democrática, seus princípios e bases. A elaboração do Projeto político-pedagógico, seus conceitos e significados para a estruturação da gestão. A participação da comunidade. A função do gestor, a contextualização desta função em suas diversas atribuições as quais são: administrativa, pedagógica, comunitárias e outras. As reformas educacionais. A autonomia escolar. Os recursos financeiros e sua gestão. As políticas públicas que norteiam a gestão democrática. Os diversos tipos de colegiado que contribuem para tal gestão. A teoria e prática da Gestão Democrática. A organização do Sistema de Ensino. A formação continuada dos docentes. Os desafios impostos aos professores. O saber e sabor do trabalho docente, a prática pedagógica, a desigualdade educacional, a cidadania, a diversidade, o contexto sócio-cultural e tantos outros assuntos.
E após tais estudos e reflexões realizados percebi que a educação é a conquista permanente da dignidade, o desenvolvimento das habilidades e potencialidades do ser humano. Ela define caminhos a serem percorridos criando espaços de construção do conhecimento, implicando a cidadania e o exercício consciente desta.
A educação é a conseqüência de um comprometimento e um envolvimento na unidade escolar. É o primeiro direito social. É um bem social e público. É uma herança cultural que leva o indivíduo a se apoderar de padrões cognitivos e formativos para participar e colaborar na transformação da sociedade em que está inserido. Portanto, a educação é fundamental para que o indivíduo realize a vocação de produzir conhecimento diferenciando-o dos demais seres vivos. Tornando assim a educação como um direito humano, pois somente os humanos são capazes de transforma a natureza, num processo que inicia no nascimento e termina com a morte do vivente.
Já havia visto frases como “Educação é direito de todos. Educação é um direito adquirido”, porém, estas não me inspiraram para tecer reflexões ou estudos quanto a Educação ou quanto aos direitos humanos. Não sei quem escreveu a frase citada, porém, ela me incitou a refletir sobre o que tratam os Direitos Humanos e ao o que é Educação. Então, procurei fazer leituras para me apropriar de saberes quanto ao assunto em questão.
Realizei leituras e assisti vídeos referentes a construção das instâncias da gestão democrática, seus princípios e bases. A elaboração do Projeto político-pedagógico, seus conceitos e significados para a estruturação da gestão. A participação da comunidade. A função do gestor, a contextualização desta função em suas diversas atribuições as quais são: administrativa, pedagógica, comunitárias e outras. As reformas educacionais. A autonomia escolar. Os recursos financeiros e sua gestão. As políticas públicas que norteiam a gestão democrática. Os diversos tipos de colegiado que contribuem para tal gestão. A teoria e prática da Gestão Democrática. A organização do Sistema de Ensino. A formação continuada dos docentes. Os desafios impostos aos professores. O saber e sabor do trabalho docente, a prática pedagógica, a desigualdade educacional, a cidadania, a diversidade, o contexto sócio-cultural e tantos outros assuntos.
E após tais estudos e reflexões realizados percebi que a educação é a conquista permanente da dignidade, o desenvolvimento das habilidades e potencialidades do ser humano. Ela define caminhos a serem percorridos criando espaços de construção do conhecimento, implicando a cidadania e o exercício consciente desta.
A educação é a conseqüência de um comprometimento e um envolvimento na unidade escolar. É o primeiro direito social. É um bem social e público. É uma herança cultural que leva o indivíduo a se apoderar de padrões cognitivos e formativos para participar e colaborar na transformação da sociedade em que está inserido. Portanto, a educação é fundamental para que o indivíduo realize a vocação de produzir conhecimento diferenciando-o dos demais seres vivos. Tornando assim a educação como um direito humano, pois somente os humanos são capazes de transforma a natureza, num processo que inicia no nascimento e termina com a morte do vivente.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Autonomia da Escola
Autonomia da Escola e suas dimensões
As quatro dimensões da autonomia que são consideradas para o bom funcionamento da escola e que devem ser articuladas entre si são: a autonomia administrativa, autonomia pedagógica, autonomia financeira e autonomia jurídica.
A autonomia financeira é a possibilidade oferecida à instituição educacional para que esta tenha um efetivo funcionamento, a partir dos recursos financeiros recebidos, ou seja, a oportunidade de elaborar e executar seu orçamento e as suas atividades.
A autonomia administrativa acontece quando a instituição educativa elabora e administra seus planos, projetos e seus programas.
Autonomia jurídica são as orientações e normas determinadas pela escola que observam a legislação educacional para a execução de atividades como: matrícula e transferência de alunos.
Autonomia pedagógica é a liberdade que a escola tem para estabelecer o trabalho a ser desenvolvido, isto é, estabelecer seus projetos, ações, planos e programas.
As quatro dimensões da autonomia que são consideradas para o bom funcionamento da escola e que devem ser articuladas entre si são: a autonomia administrativa, autonomia pedagógica, autonomia financeira e autonomia jurídica.
A autonomia financeira é a possibilidade oferecida à instituição educacional para que esta tenha um efetivo funcionamento, a partir dos recursos financeiros recebidos, ou seja, a oportunidade de elaborar e executar seu orçamento e as suas atividades.
A autonomia administrativa acontece quando a instituição educativa elabora e administra seus planos, projetos e seus programas.
Autonomia jurídica são as orientações e normas determinadas pela escola que observam a legislação educacional para a execução de atividades como: matrícula e transferência de alunos.
Autonomia pedagógica é a liberdade que a escola tem para estabelecer o trabalho a ser desenvolvido, isto é, estabelecer seus projetos, ações, planos e programas.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
A arte de reciclar
Natureza sadia
Refletindo sobre o texto “Explorando o lixo na escola”( Silva, Monica Maria Pereira – Jornal Mundo Jovem, nº350 – setembro/2004, p.2), percebi que gerenciar os resíduos sólidos é um fator que contribui para o ecossistema.
Para diminuir a problemática causada pelos resíduos sólidos é necessário comover os seres humanos, a fim de reduzir o consumo, reutilizar e ou reciclar as sobras produzidas e refletir quanto as ações que degradam o meio ambiente.
A coleta seletiva é um caminho possível para a consecução dos quatro “Rs”, os quais indicam: reduzir, reutilizar, reciclar e repensar contribuindo para o desenvolvimento de agentes multiplicadores de paradigmas, de entendimentos e de mudanças sociais.
A coleta seletiva requer que algumas etapas sejam obedecidas ou seguidas, isto é, devemos identificar a percepção ambiental do grupo propiciando o desenvolvimento de estratégias que proporcionem a reformulação de conceitos que não se adequam às leis naturais; observar o destino dado aos resíduos produzidos e caracterizá-los; desenvolver atividades lúdicas e participativas para realização da Educação Ambiental e destinar corretamente os resíduos selecionados.
A Resolução 275/2001 do Conselho Nacional de Meio Ambiente definiu cores para os coletores de acordo com o tipo de resíduo. A cor cinza para os resíduos não recicláveis (banheiros); a roxa para os resíduos radioativos; branca para resíduos ambulatoriais e serviço de saúde; azul para papel; laranja para resíduos perigosos; preta para madeira; vermelha para plástico; marrom para matéria orgânica; verde para vidro e amarela para metal.
“Os resíduos devem ser encaminhados para a compostagem, comercialização, oficinas de reciclagem e ou de reutilização, horta e ou jardins.”
A coleta seletiva fomenta ações ambientalmente sustentáveis e promove a melhoria da qualidade de vida do ambiente, incitando ao ser humano criar a consciência sócio-ambiental, pois o indivíduo é quem acinzenta ou colore o meio ambiente.
O universo responde às nossas ações violentas.
É importante que façamos a distinção entre resíduos e lixo.
Lixo é tudo aquilo que não tem mais utilidade, que não pode ser reaproveitado.
Resíduo é o material que pode ser reaproveitado e reciclado.
Portanto, diante de tantos resíduos podemos transformá-los em matéria-prima dando outra finalidade transformando estes materiais em arte, com qualidade e bom gosto e expressão criativa criando peças de grande utilidade e beleza como cortinas, colares, móbiles, chaveiros ou pulseiras como, por exemplo, que podem ser confeccionados com folhas de revistas.
Refletindo sobre o texto “Explorando o lixo na escola”( Silva, Monica Maria Pereira – Jornal Mundo Jovem, nº350 – setembro/2004, p.2), percebi que gerenciar os resíduos sólidos é um fator que contribui para o ecossistema.
Para diminuir a problemática causada pelos resíduos sólidos é necessário comover os seres humanos, a fim de reduzir o consumo, reutilizar e ou reciclar as sobras produzidas e refletir quanto as ações que degradam o meio ambiente.
A coleta seletiva é um caminho possível para a consecução dos quatro “Rs”, os quais indicam: reduzir, reutilizar, reciclar e repensar contribuindo para o desenvolvimento de agentes multiplicadores de paradigmas, de entendimentos e de mudanças sociais.
A coleta seletiva requer que algumas etapas sejam obedecidas ou seguidas, isto é, devemos identificar a percepção ambiental do grupo propiciando o desenvolvimento de estratégias que proporcionem a reformulação de conceitos que não se adequam às leis naturais; observar o destino dado aos resíduos produzidos e caracterizá-los; desenvolver atividades lúdicas e participativas para realização da Educação Ambiental e destinar corretamente os resíduos selecionados.
A Resolução 275/2001 do Conselho Nacional de Meio Ambiente definiu cores para os coletores de acordo com o tipo de resíduo. A cor cinza para os resíduos não recicláveis (banheiros); a roxa para os resíduos radioativos; branca para resíduos ambulatoriais e serviço de saúde; azul para papel; laranja para resíduos perigosos; preta para madeira; vermelha para plástico; marrom para matéria orgânica; verde para vidro e amarela para metal.
“Os resíduos devem ser encaminhados para a compostagem, comercialização, oficinas de reciclagem e ou de reutilização, horta e ou jardins.”
A coleta seletiva fomenta ações ambientalmente sustentáveis e promove a melhoria da qualidade de vida do ambiente, incitando ao ser humano criar a consciência sócio-ambiental, pois o indivíduo é quem acinzenta ou colore o meio ambiente.
O universo responde às nossas ações violentas.
É importante que façamos a distinção entre resíduos e lixo.
Lixo é tudo aquilo que não tem mais utilidade, que não pode ser reaproveitado.
Resíduo é o material que pode ser reaproveitado e reciclado.
Portanto, diante de tantos resíduos podemos transformá-los em matéria-prima dando outra finalidade transformando estes materiais em arte, com qualidade e bom gosto e expressão criativa criando peças de grande utilidade e beleza como cortinas, colares, móbiles, chaveiros ou pulseiras como, por exemplo, que podem ser confeccionados com folhas de revistas.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Compromisso de todos
Os problemas sócio-ambientais que enfrentamos, o aquecimento global, o consumo excessivo de mercadorias, a poluição e as mudanças de ações e atitudes de todos para com a preservação do meio ambiente são compromissos de todos.
São questões cruciais e que devem ter seus objetivos focados na defesa do meio ambiente, pois a produção de resíduos e a reciclagem são um dos maiores problemas do planeta e que determinam a geração de renda para muitas pessoas.
As ações e a prática pedagógica devem centrar-se na busca por uma qualidade de vida, reaproveitando hoje, preservando para o amanhã e sempre. Dinamizando as atividades a serem desenvolvidas na sociedade no que tange à multiplicação de informações e conhecimentos quanto a Ecocidadania.
São questões cruciais e que devem ter seus objetivos focados na defesa do meio ambiente, pois a produção de resíduos e a reciclagem são um dos maiores problemas do planeta e que determinam a geração de renda para muitas pessoas.
As ações e a prática pedagógica devem centrar-se na busca por uma qualidade de vida, reaproveitando hoje, preservando para o amanhã e sempre. Dinamizando as atividades a serem desenvolvidas na sociedade no que tange à multiplicação de informações e conhecimentos quanto a Ecocidadania.
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Projetos
Postagem referente a semana 05/10 a 11/10
Os projetos que envolvem o meio ambiente nos incitam a uma grande caminhada ecológica para o reconhecimento da realidade, para o desenvolvimento da conscientização à respeito de uma viva saudável e agradável e da necessidade da conscientização sobre a importância do reaproveitamento de materiais recicláveis para a conservação do meio em que estamos inseridos. Promovendo ações que possibilitem uma participação no processo de reformulação do espaço físico, tornando-o um local aprazível no qual o indivíduo é considerado elemento integrante que possui e dissemina valores éticos, atitudes e comportamentos orientados capaz de adquirir hábitos de mudanças de postura frente a realidade, como agente multiplicador e que entende que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta, tornando significativo o saber adquirido.
O termo “Eco” é derivado do vocábulo grego “oikos”, o qual significa “casa”.
Economia significa preservar, guardar, portanto, ao economizarmos luz, ou água e ou ao separarmos o lixo para que seja reciclado estamos preservando a natureza.
Os projetos que envolvem o meio ambiente nos incitam a uma grande caminhada ecológica para o reconhecimento da realidade, para o desenvolvimento da conscientização à respeito de uma viva saudável e agradável e da necessidade da conscientização sobre a importância do reaproveitamento de materiais recicláveis para a conservação do meio em que estamos inseridos. Promovendo ações que possibilitem uma participação no processo de reformulação do espaço físico, tornando-o um local aprazível no qual o indivíduo é considerado elemento integrante que possui e dissemina valores éticos, atitudes e comportamentos orientados capaz de adquirir hábitos de mudanças de postura frente a realidade, como agente multiplicador e que entende que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta, tornando significativo o saber adquirido.
O termo “Eco” é derivado do vocábulo grego “oikos”, o qual significa “casa”.
Economia significa preservar, guardar, portanto, ao economizarmos luz, ou água e ou ao separarmos o lixo para que seja reciclado estamos preservando a natureza.
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